educação, boas maneiras
e atitudes
Quando
resolvi escrever os textos de atitudes no site, além do que eu considerava
correto, pesquisei e pesquiso em livros de pessoas que tenho computadas como
“expertis” e seriedade no assunto -
(Danuza Leão, Gloria Kallil, Célia Ribeiro; e outros que respeito e acato o que
dizem).
Até
porque temos regras de boa educação que tem e devem ser dadas em casa. Quantas
vezes ouvimos de pessoas estranhas, educação vem de casa, ou de berço... E não
achar que é só no colégio. Até porque a educação curricular é outra, depois que
tiraram da sua grade a matéria, ¨Educação Moral E Cívica¨...
E vamos combinar que com tantas coisas acontecendo, nos atropelando no
dia-a-dia, essa matéria faz muita falta, concordam?
Até
há pouco tempo, usávamos a expressão “Etiqueta Social”, o que significava um
banho de educação, pessoas que aprendiam a comer com talheres especiais, usar
as mãos, (gesticular comedidamente), falar baixo e pausado, não usar palavras de
baixo calão , não falar de boca cheia, e acima de tudo, respeitar ao próximo).
Atitudes
necessárias para o relacionamento diário. No colégio, este curso fortificava o
que aprendíamos, e quem não tinha como aprender fora do colégio, lá estava
alguém para ajudar, a dar uma orientada, o que fazia toda a diferença.
Mesmo
as classes menos favorecidas, a gente percebia que eram pessoas humildes e
educadas.
Nós,
lá de casa, estudamos em colégio público muito bom! E tinha a diretora, uma
senhora, Dona Adelaide, era carinhosa e rígida, quando ela entrava em alguma
sala, éramos obrigados a nos levantar para recebê-la e só sentávamos quando ela
mandava; curioso é que ninguém reclamava, era normal.
Os
professores eram gostados ou não, mas eram r e s p e i t a d o s.
Se
vinha bilhete, os pais procuravam saber e não davam razão aos filhos de
imediato ou sequer ajudavam a massacrar os professores.
Se
pararmos para pensar, não estavam errados. Estudamos também em colégios
particulares e era a mesma coisa.
Em
casa, bastava um olhar para entendermos que aquilo estava errado, podíamos não
gostar, achar que estavam sendo rígidos demais, mas aprendíamos. Aprendíamos
com os pais, avós; respeitávamos os mais velhos, as crianças menores. E sei que
eram, e são hoje, pessoas felizes.
Eu
me pergunto, em que momento tudo mudou?
Teria
sido, o excesso de liberdade? E que não estávamos preparados?
Teriam
sido, as novas regras, a evolução imediata ( mas não podemos dizer que a TV ou
internet são os vilões.)... Então o que foi?
Como
vemos pais passando a mão na cabeça de filhos que bateram, mataram brigaram e
alguns, infelizmente, morreram jovens.
Mas,
em algum momento, com toda a certeza, além da pouca sorte, é claro, faltou “Atitude”.
Como
dói ver estes jovens morrendo, principalmente por causa de agressões, de
desmandos, de falta de estrutura dos governantes e em casa.
Gente, temos que crescer! Aprender a dizer não
para os nossos filhos, exigir um ensino melhor, onde entre a educação de
educar, onde se aprenda a política verdadeira, sem meandros e mazelas, onde
quem sai prejudicado é o povo
Vamos
correr atrás do prejuízo, de tantas crianças jogadas, morrendo, sendo
aliciadas, drogadas;
porque o que nos falta é o bom-senso que está ligado diretamente a educação, a
moral e ao civismo.
Por essa razão, mais do que nunca, temos que
ter ‘atitudes”, amor e carinho, respeito e seriedade, cidadania para nós do povo que estamos e somos
responsáveis por essa tão desejada democracia
E
por tanto pela educação como um todo
.